14 jun
4 jun

A certificação da madeira é uma garantia de origem que serve também para orientar o comprador atacadista ou varejista a escolher um produto diferenciado e com valor agregado, capaz de conquistar um público mais exigente e, assim, abrir novos mercados. Ao mesmo tempo, permite ao consumidor consciente a optação de um produto que não degrada o meio ambiente e contribui para o desenvolvimento social e econômico das comunidades florestais. Para isso, o processo de certificação deve assegurar a manutenção da floresta, bem como o emprego e a atividade econômica que a mesma proporciona.![]()
O FSC (Forest Stewardship Council, ou Conselho de Manejo Florestal) é hoje o selo verde mais reconhecido em todo o mundo, com presença em mais de 75 países e todos os continentes. Atualmente, os negócios com produtos certificados geram negócios da ordem de 5 bilhões de dólares por ano em todo o globo.
Custos
A certificação envolve custos financeiros, pois as operações florestais precisam se adequar a algumas normas da certificação do FSC. Esses custos estão muito relacionados à forma de gestão do empreendimento. Uma operação regular, que segue os procedimentos legais, utiliza técnicas de manejo adequadas, dentre outros ações que caracterizam um bom gerenciamento, estará bem próxima de receber um certificado de origem, como é o selo do FSC. Por outro lado, quanto mais distante a operação estiver em relação a esses aspectos, maiores serão os custos para se adequar à uma certificação. Assim, no FSC existem dois tipos de custos previstos: os custos diretamente relacionados com o processo de avaliação, licenciamento e monitoramento do uso do selo (custos diretos); e os custos relacionados às ações necessárias para atender as normas da certificação (custos indiretos).
Benefícios
Preços melhores, pois a procura por madeira certificada é grande e aumenta a acessibilidade ao mercado internacional, especialmente europeu. Hoje, países como Holanda preferem importar madeiras certificadas FSC que de outras fontes.
Aumento de produtividade. Trabalhadores treinados em técnicas de manejo florestal reduzem o desperdício na floresta, já que não esquecem árvores cortadas em campo, não permitem que as árvores rachem no momento do corte e reduzem o desgaste de máquinas e equipamentos.
Melhoria de imagem. Para empresas que trabalham com o setor madeireiro, o certificado FSC traduz a responsabilidade socioambiental com o manejo da floresta.
Garantia de origem. Ao comprar de produtores certificados, a empresa sabe que a madeira que está consumindo provém de uma floresta bem manejada e, portanto, não está contribuindo para a exploração predatória dos recursos florestais.
Reconhecimento do mercado. Um número crescente de consumidores conscientes estão dando preferência aos produtos que tem o selo, seja piso, papel, lápis, porta ou até casa pré-fabricada. Para as empresas exportadoras, o selo pode aumentar a acessibilidade ao mercado externo.
Responsabilidade Social. Empresas que possuem a certificação e aquelas que compram produtos com o selo estão traduzindo em ações o seu comprometimento com a responsabilidade social.
Fontes:
4 jun


Relógios à venda na Imaginarium. Preços entre R$42 e R$129.

Criada para incorporar-se totalmente à decoração do ambiente, os refrigerados integráveis são ideais para quem procura dar um charme especial para o ambiente. O mais interessante nesse tipo de refrigerador é a possibilidade de escondê-lo embutindo nos móveis da cozinha, inclusive em gavetas. O refrigerador que aparece nas foto é da Sub-Zero, inventora da idéia de refrigeradores embutidos e integráveis. No Brasil você pode encontrar esse tipo de refrigerador na IESA em São Paulo.
2 jun

Banco projetado pela designer Julia Krantz. Mais uma brasileira que trabalha apenas com madeiras obtidas através do manejo sustentável. Deixar transparecer o poder orgânico da madeira é a característica mais marcante da designer.