1 jun

Mies Van der Rohe, Le Corbusier, George Nelson… todo mundo que ouve esses nomes e que conhece história do design já fica impressionado. Os três nomes citados são apenas alguns dos muitos designers que projetaram peças que ficaram marcadas na história. São mesas, poltronas, luminárias que marcaram época e que até hoje fazem muito sucesso.
As peças realmente são de um design admirável, nesse ponto não há nenhuma dúvida. A polêmica inicia-se quando começamos a pensar na forma que esses móveis/objetos estão sendo utilizados atualmente. Por serem comercializadas por um preço “acessível” pessoas - inclui-se designers de interiores - com nenhum ou pouco conhecimento sobre as peças estão utilizando-nas de uma forma totalmente equivocada. Peças que merecem uma atenção toda especial estão sendo colocadas em projetos de interiores apenas pelo nome famoso, e não pela função que a mesma deveria exercer.
Em um post sobre este assunto no blog Casa com Design da Maria Alice, ela diz: “Aos poucos, fui vendo peças como essas (clássicas) nos lugares mais inusitados e, ao meu ver, inadequados: casa simples, apertadas, onde nem bem pode se observar um móvel em perspectiva”.
O que temos que entender é que cada caso é um caso, e não é apenas porque aquela poltrona tem um nome famoso por trás é que ela se encaixará no projeto de qualquer ambiente. Por conta dessas e outras essas peças estão perdendo o valor que tinham e que deveriam ter até hoje.
Quem tiver interesse sobre o assunto eu sugiro a leitura do texto anteriormente citado da Maria Alice. Vale a pena!
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3 Comentários sobre "O outro lado da popularização do design"
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olá pessoal do site, estava passando qdo tive oportunidade de ver esses pensamento em questão dos produto antigos e reconhecidos por arquitetos que se destacou e nasceu o mundo de interiores atraves de peças e objetos e algo que se compoem em ambientes de interiores,o q posso por adiante de meus pensamento q td é copiado,onde q se vai mudando são nas texturas, de algum produto famoso c essa cadeira o modelo é o mesmo até hj mas mudam-se nas texturas,e matéria mas para isso td tem q se ter coerencia pois nem td q cabe numa casa classica caberia numa casa de campo ou numa casa de praia td é questão de coerência, satisfazendo o cliente c o que estudamos, mais tem aqueles poréns de cliente q quer o q ele quer, e para isso quem se puser em fazer as vontades do cliente aí vai de cada profissional.
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Importante mesmo as considerações realizadas. No entanto, o objetivo do criador do móvel e outros famosos arquitetos daquela época era justamente a popularização, a distribuição em massa do mobiliário. Acreditava-se na popularização, comercialização em larga escala e a preços muito baixos para que todos pudessem ter móveis em seus lares, escritórios.
O design era uma forma para que o mobiliário fosse copiado facilmente e industrializado amplamente, sem que houvesse dependência exclusiva dos fabricantes de móveis e seus representantes. Infelizmente isso não ocorreu. Temos atualmente o design como instrumento de marketing para decoradores, comerciantes de móveis, expositores de feiras e eventos, além de outros entendidos.
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